Olá amigos(as)
Pretendo com este blogue manter um meio de comunicação como se fosse o meu "Diário de Bordo".
Sendo assim os temas serão variados passados no meu dia a dia. Viagens, emoções, momentos, rimas, histórias da minha terra, etc.
Sugiro que passe também o seu olhar pelas fotos de outro blogue : "O Meu Olhar" https://bmamax.blogspot.com
Se tem interesse em algumas dicas para tratar das suas plantas ou horta, visite: https://quintaljardim.blogspot.com
Os seus comentários serão bem recebidos e por isso deixo um OBRIGADA por ler o que vou rabiscando
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domingo, 31 de março de 2013

Passeio Motas Clássicas 2013

Esta é só uma das histórias que fizeram parte deste encontro de amigos em Abragão.
A nostalgia começou a instalar-se naquela manhã de sexta-feira santa. A chuva caía com alguma intensidade. Os motores das clássicas esperavam a decisão dos seus proprietários para começarem a viagem.
A determinada altura foram mais os que decidiram viajar de carro do que os aventureiros que seguiram de mota.
Excentricidades e loucura todos temos um pouco, mas a vida sem alguma adrenalina, torna-se monótona e foi assim que os amigos das clássicas em Abragão decidiram começar a viagem até Mondim de Bastos.
Entretanto a chuva fustigava intensamente e a aventura ganhou nova dimensão tornando-se cansativa. Os lençóis de água que se iam encontrando fazia-nos sentir inseguros, por isso tínhamos que seguir com atenção e calmamente. Ao fim de algum tempo a minha posição como pendura, foi-se tornando pouco cómoda. No entanto já que tinha iniciado, seguiria até ao fim. O formigueiro nas mãos, a água que de vez em quando cobria os pés foi-se entranhando no corpo. O vento por vezes provocava oscilações e as curvas eram um desafio. Precisávamos continuar mas conseguir estabilidade tanto com a velhinha mota como emocionalmente. Confesso que me pareceu fazer o dobro dos quilómetros que estavam marcados no mapa.
No entanto entre cascatas de água, riachos que atravessavam a estrada, desabamento de terras, nevoeiro e visibilidade reduzida, a viagem correu sem problemas e as velhinhas motas aguentaram todas as adversidades.
Bem... depois de um bom almoço, algum descanso e o tempo mais tranquilo seguimos com as máquinas do século passado até Abragão, que estiveram ao nível de motas actuais.
E é assim que vamos partilhando loucuras e fazendo história...Continua...

quinta-feira, 28 de março de 2013

Procissão da Burrinha em Braga

Nunca tinha estado na Semana Santa em Braga, mas tudo tem uma primeira vez. 
E foi com emoção que assisti  a muita fé e sensibilidade no comportamento da gente bracarense.
A "Procissão da Burrinha" em Braga inaugura as procissões nocturnas da Semana Santa.
Como toda a gente sabe a cidade de padres, bispos e arcebispos é uma das mais apegada aos actos litúrgicos da Páscoa.
Esta procissão representa a história do Povo de Deus e ilustres figuras da época. Participam centenas de figurantes e a burra carrega a mãe de Cristo seguida de José pelas ruas de Braga num simbolismo comovente.
Gente de Braga, forasteiros, pessoas de outros países, ladeiam e acompanham a procissão e emocionadas, rezam, cantam e pedem dias melhores.
Nesta procissão tudo nos transporta para a época de Jesus, com o chamamento de Abraão, passando pela era dos Patriarcas, pela escravidão do Egipto, por Moisés, até à infância de Jesus, incluindo a sua fuga para aquele País com José e Maria montados na burrinha.
Milhares de pessoas assistem a tudo isto e não arredam pé até que tudo termine.
Mas esta é só uma das muitas procissões que se costumam fazer durante estes dias até à Páscoa.
Perante isto, só posso dizer que a "Procissão da Burrinha" e outras durante a Semana Santa fazem de Braga a Cidade da Páscoa...

segunda-feira, 25 de março de 2013

Março, marçagão

Embora cheirando a Primavera, ainda não podemos dizer que ela chegou.
Um dos ditados populares diz: Março, marçagão, manhã de Inverno, tarde de Verão.
Pois é... Os provérbios já não são o que eram.
Março sempre foi um mês de transição do Inverno para a Primavera, com os primeiros raios de sol, os pássaros a chilrearem, o aroma das flores e a brisa ligeiramente quente que acaricia os rostos.
No entanto, este ano, não está a ser pêra doce. As circunstâncias do tempo atira-nos para uma situação de chuvas constantes, muito frio e é assim que ficamos deprimidos.
Acabamos, então, por ter a prova de que Março, marçagão é invariavelmente traiçoeiro. Não é em vão que o povo também diz que o mês de Março é merceeiro e tão falso com'ó Fevereiro.
Por isso, decididamente o provérbio este ano deveria ser: Março, marçagão vai embora depressa que estás com cara de cão....

quinta-feira, 21 de março de 2013

Na Primavera


As minhas rimas                                                Na Primavera
Todas as flores enfeitarão o meu jardim
   Todos os pássaros cantarão na minha janela
Todas as noites serão de céu estrelado
E todas as estrelas olharão para mim

Na Primavera
As crianças brincarão alegres nos parques
Os casais passearão com as mãos dadas
Todas as chuvas serão bem recebidas
E todas as vidas sem cor serão motivadas

Na Primavera
Se verá o arco-íris mais lindo e colorido
Será indiscutível tamanha beleza
A vida se transformará em novo sonho
E nesta magia haverá amor e delicadeza

Na Primavera
A vida se tornará mais fácil e alegre
Os corações transbordarão de amor
Em sonhos amorosos e mais coloridos
E no peito se apagará qualquer traço de dor

Na Primavera
O sol chegará quente e mansinho
Trazendo encantamento multicolor
Espalhando no ar a beleza pelos caminhos
E desabrochando a natureza em flor
                                             Beatriz Máximo

sexta-feira, 15 de março de 2013

Mudar de vida


Com tantas e tantas mudanças, na vida das pessoas, hoje dei comigo a pensar que cada vez há mais gente a tentar mudar de vida, seja por vontade ou por necessidade.
Nalguns casos implica mudar de cidade, de país, trocar a cidade pelo província e até mudar de actividade, mas deverá ser sempre com a esperança que essa mudança é para vencer.
Neste processo de mudança penso que não se pode esquecer o passado (deixa-se numa caixinha) mas tentar conseguir dar o salto, arranjar soluções, trabalhar, adquirir capacidades e assumir responsabilidades e não pensar que se é vítima, mas perceber o que se pode fazer para conseguir aquilo que se pretende. Quem assim pensar ao mudar de vida, tenho certeza que ficará satisfeito e grato por ter tido uma nova oportunidade.
Não duvido que terá de percorrer, talvez um longo caminho, mas com a percepção, mesmo com trabalho duro, que um dia o sucesso chegará sem avisar.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Moletinhos no Dia do Pai em Braga

Braga é uma cidade com muitas tradições e uma delas tem a ver com o "Dia do pai".
É neste dia que os filhos oferecerem os deliciosos moletinhos aos seus pais.
Estes moletinhos também têm a sua tradição no dia de S. Vicente que se comemora a 22 de Janeiro.
No que diz respeito ao "dia do pai", não pode haver nenhum, que se preze de o ser, que prescinda de os receber.
E como pai se é todos os dias, já se vão antecipando os famosos docinhos e já se vêm nas confeitarias de Braga e assim vão deliciando tanto pais como outras pessoas que aproveitam a ocasião para os saborear.
Para os pais que não residem em Braga, nada melhor que programarem com os filhos um passeio a esta cidade com tantas tradições e fazerem justiça ao sabor dos moletinhos e ao mesmo tempo aproveitarem para visitar esta cidade, considerada da juventude.
Pense nisso enquanto ainda há tempo e não se acabam os famosos docinhos.
O Dia do Pai em Braga é especial...

terça-feira, 12 de março de 2013

Criança feliz

No meu post anterior falo da mulher, mas antes de ser mulher adulta também fui mulher criança (como todas), mas fui criança feliz que brincava na rua, no quintal, na escola, corria, saltava à corda, ao esconde-esconde, jogava à macaca, à bola e até o peão. Sempre que a minha mãe entendia, chamava bem alto pelo meu nome, sem precisar de telemóvel, ou outras coisas semelhantes. Hoje já não é preciso chamar, porque não se brinca na rua. Já não se fazem os tais jogos com os amigos vizinhos. As crianças são levadas para as escolas e quando chegam a casa, limitam-se ao seu quarto, sozinhas, com computador à frente, tv, telemóvel ao lado e assim se isolam, enquanto os pais que trabalharam todo o dia cuidam das tarefas de casa.
É verdade que existe o medo da violência das ruas e a insegurança é muita, mas as brincadeiras tradicionais eram saudáveis e não eram previsíveis como os jogos electrónicos. Os novos brinquedos na minha maneira de ver deixam as crianças com raciocínios mecânicos e temo que mais tarde sejam pessoas com dificuldades em se expressarem, isoladas e com a ilusão que a virtualidade resolve todos os problemas.
E é assim, de palavra em palavra fiz como as cerejas, comecei por falar de quando era criança feliz e acabo por desviar o tema para outras preocupações.
Talvez isto tenha acontecido porque ser criança é a melhor coisa do mundo e porque sinto falta das gargalhadas inocentes quando chega a Primavera...

sexta-feira, 8 de março de 2013

Ser mulher

Toda a gente (ou quase), no dia de hoje quer homenagear a mulher.
Já noutras ocasiões comentei a minha opinião sobre o assunto e nesse sentido não me apetece que me façam lembrar que é um dia especial do sexo feminino. Sou mulher todos os dias.
Posso até estar errada, mas já que existe este dia aproveite-se para analisar o progresso em relação à mulher e o muito que ainda deve ser feito para dar condições de igualdade, liberdade e oportunidade a milhões de mulheres no mundo.
Afinal tudo isto começou com a revolução das próprias mulheres de uma empresa fabril no fim do século 19 que reivindicavam melhores condições de trabalho, melhores salários e menos agressões o que originou que as mesmas fossem trancadas e incendiadas. Será motivo para comemorar?
Festejar por ser de um sexo e não de outro, por si só, já é discriminar. Não quero tratamento especial. Quero que me respeitem como ser humano, pelo que sou, independente de ser mulher ou homem.
Dar parabéns a alguém por algo que não se teve oportunidade de escolher, não tem valor.
Já agora: Sabem dizer-me quando é o "Dia do Homem?".

terça-feira, 5 de março de 2013

Uma Lágrima atrevida

As minhas rimas
Uma lágrima teima em cair
Pela minha face quer rolar
Dos momentos esquecidos
O passado fazer relembrar
 
Mas esta lágrima é salgada
Atrevida e de intenso sabor
Lembra as más recordações
Que marcaram a vida com dor

Teimosa esta gota escorre
E deixa marcas de verdade
Denuncia o tempo passado
E faz recordar a saudade

É assim neste meu pensar 
Que fico sensível ao salgado
E acabo por compreender 
que tudo em nós é recordado
                       Beatriz Máximo     

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

O Silêncio dos sons


No momento apenas ouço o som do teclado do computador. O silêncio impera à minha volta e de repente dou comigo a pensar que afinal neste silêncio somente escuto o som do mundo, o som do coração e o som da razão. Diria mesmo, que o silêncio me ajuda a meditar e até mesmo a dar resposta às minhas próprias perguntas. E neste encontro, acabo por verificar que podem haver vários tipos de silêncio. Silêncio do silêncio, da solidão, da reflexão, do amor, da amizade, da dor e perda, da expectativa, do respeito, da atenção, da depressão, da mágoa, do adeus, enfim... silêncio, silêncio, silêncio... e assim fico, perdida, no meio de tantos silêncios!! É assim que silenciosamente regresso ao som do silêncio dos meus pensamentos....

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Língua Materna




Olá Camões - Deves estar admirado e quem sabe a dar voltas e mais voltas na tumba com esta a(c)ção de tornarem a tua língua adaptada a outras gentes. Estou corre(c)ta ou não?
Eu sou contra as mudanças e insisto em escrever como aprendi.
Se não o fizer, a minha língua materna torna-se noutra coisa bem diferente.
Que dizes?

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O Banco de Jardim






















Os bancos de jardim acomodam-se tranquilamente com inquilinos estranhos.
É uma morada passageira, onde eu (se tivesse tempo) me deixaria adormecer embalada pelo canto dos pássaros, pela frescura da paisagem e pelo vaivém de gente que passasse.
Ficaria também a olhar o infinito, a sonhar e talvez regressasse a lugares e a tempos passados. E porque um banco de jardim me dá a sensação de tranquilidade, paz e meditação, eu talvez voltasse para o interior da minha consciência e encontrasse as respostas para os enigmas da vida.
Mas certamente não encontraria essas mesmas respostas e acabaria por sentir um vazio e envelheceria pelas intempéries do tempo. Por isso limito-me a olhar para lá e pensar que aquele ou outro banco de jardim estará sempre pronto, na hora que eu precisar, para me dar o seu colo e ajudar a pensar, a recomeçar e a sonhar.
Quem sabe....

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Segredo do tempo

As minhas rimas

O segredo do tempo é percebê-lo
É fingir que é infinito, mas atentos
É contá-lo em dias, meses e anos
Em vez de serem só momentos

Mas o tempo é duro e imparcial
Não distingue o rico nem o pobre
Preto, branco, homem ou mulher
Devora-nos sem escolhas e sem fome

Matar o tempo é matar-se sem sentido
É perdê-lo em vão, triste e sem viver
Esconder-se nas sombras que se movem
Andar depressa mesmo sem o querer

A ampulheta é um instrumento sincero
Sem querer nos impõe a sua gravidade
De haver realmente um último grão
De areia riscando a nossa fragilidade

Então o tempo corre, corre e não espera
E nesta angústia de tudo ter e querer
Faz de nós ambiciosos e descontentes
Nem lembramos que vamos desaparecer
                                      Beatriz Máximo
   

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

São Valentim



O cupido está presente neste dia, por isso dedique um poema de amor à pessoa que mais ama.
Feliz Dia...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Dia Mundial da Rádio

Estes dias mundiais, como já tenho referido, apenas fazem lembrar certas tradições ou ocasiões.
O de hoje, no entanto faz-me sentir uma falta que se traduz em saudades.
Acredito que a rádio nunca será extinta, até porque é um dos meios de comunicação de elevada importância, pois atinge uma audiência mais ampla do que qualquer outro.
Chega, quase sempre, em primeiro lugar, com notícias a comunidades longínquas.
É a companhia de toda a gente em qualquer lugar.
A rádio parece que funciona como por magia. Imaginamos pessoas, simplesmente pela sua voz, estúdios de uma ou outra forma.
Escutamos música e conversas sem ter que estar atentos a imagens.
Lá se vai o tempo que se ouvia um bom relato de futebol, uns discos pedidos, bons humoristas, festivais de canções, as famosas "rádio-novelas", passatempos com conversas animadas, etc.
Hoje são outros programas, mas de qualquer maneira não deixa de ser interessante escutar quem está do outro lado e nos vai fazendo passar alguns momentos, por vezes até terapêuticos.
A rádio continua a ser um meio de comunicação extraordinariamente rico, com uma narrativa singular e para muita gente... fascinante.
Como é bom adormecer ao som de uma bela canção!!!....

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Pelo Carnaval

O Carnaval é uma comemoração que nem toda a gente gosta.
Pode parecer estranho, mas com todo o respeito eu digo que não gosto do Carnaval... Tolero...
Nunca tive deslumbramento por estes dias de folia em que tudo e todos querem parecer o que não são.
Apesar de não gostar, respeito quem gosta e vou entrando nos festejos, simplesmente, sem muita euforia.
Entendo que é uma forma de muita gente viajar no mundo da fantasia e fazerem o que noutras circunstâncias nunca seriam capazes e é assim que esquecem o mundo real, ficam felizes, alegres, agradáveis e menos azedos.
Apesar de não ser, então, uma admiradora considero que organizar um bom Carnaval é preservar uma manifestação cultural e artística e já que se faz que seja bom.
Bem... já agora não me incomoda a reacção ao meu direito de não gostar porque o povo costuma dizer: "Pelo Carnaval ninguém leva a mal".
E para terminar resta-me dizer que vou gozar o meu Carnaval com boa companhia, à lareira, neste dia de chuva...
Para os que gostam desejo um alegre e folião Carnaval...
https://bmaxima.blogspot.com

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Lampreia à bordalesa

Está aberta a época da lampreia.
Por Abragão já se vai comendo.
Esta iguaria requintada (para alguns) é comida sobretudo em arroz com uma confecção aproximada ao arroz de cabidela e à bordalesa (caso da foto) guisada normalmente e acompanhada de torradas e arroz branco.
É do conhecimento de muita gente que esta zona de Penafiel é especialista neste ciclóstomo de água doce, pois há alguns anos era apanhada no nosso rio Tâmega, o que tornou uma tradição na região.
O que então é considerado um autêntico pitéu, está por cá na nossa terra, por isso como é tradição, toca a aparecer para não esquecer o que é português.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Castelo de Montalegre

Visitar Montalegre é um privilégio. Estive lá e posso dizer que esta Vila é cheia de tradição, carisma e onde a tranquilidade e a hospitalidade parecem assumir um papel principal. Gente amável, simples, respeitável e boa comida fazem parte deste conjunto habitacional.
Claro que não podia deixar de passar pela maior "Feira do Fumeiro" de Portugal e pelo Castelo medieval que simboliza tudo o que esta localidade foi no passado e o que representa no presente.
Este Castelo suponho que será um dos mais bem conservados de Portugal.
O que ele significa tem muito interesse histórico, mas para mim será difícil descrever.
No entanto acho interessante o facto de estar erguido sobre um castro e rodeado pelo casario velho em granito que por certo terá feito parte da povoação da época.
Do alto da sua torre de menagem vislumbra-se, para além de outras, as serras do Gerês e do Larouco.
Tudo indica que a defesa de Montalegre fosse objecto de atenção, uma vez que se encontra muito perto de Espanha. O Castelo evoca essa patriótica vocação de uma terra fronteiriça que se manteve atenta à defesa de Portugal.
Como já referi a sua história será muito interessante e complexa. Esta é só a minha visão singela de um castelo e uma vila que no seu cantinho fronteiriço não terá deixado de se defender com gente valente, simpática e que nada temeu.
Gente do Norte de Portugal....
https://bmaxima.blogspot.com

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Arroz de bacalhau malandrinho


Hoje decidi deixar aqui uma receita muito simples de arroz de bacalhau.

Entretanto ponha a refogar a cebola picada, um dente de alho e azeite. Deixe alourar a cebola, sem queimar. Logo que esteja a cebola a seu gosto adicione um pouco de água, polpa de tomate e misture o bacalhau. Coloque umas tirinhas de pimento (se gostar). Deixe refogar lentamente até o bacalhau cozer. Quando estiver cozido o bacalhau, acrescente mais água e deixe ferver.
Para fazer arroz malandrinho as porções são: 3 medidas de água para 1 de arroz.
Rectifique os temperos e logo que a calda ferva misture então o arroz (carolino) e deixe cozer cerca de 15 minutos. Por fim adicione 1 ramo de salsa bem picada, mexa para envolver e tenha bom apetite para o saborear. 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O Pinheiro manso

Apesar de na fotografia se encontrarem dois pinheiros mansos, tenho que referenciar que o da direita, já tem mais de cem anos. O outro, seu filho, vai fazendo companhia na expectativa de um dia o substituir. São enormes, frondosos e que fazem do espaço que os rodeia um verdadeiro lugar de lazer. Sempre os conheci assim, embora não fizessem parte das minhas histórias infantis, mas com o casamento, e como pertencem à casa da família, fui conhecendo o que ao longo de muitos anos aconteceu junto ao pinheiro centenário, deixando a minha curiosidade entusiasmada. Faziam-se piqueniques de família e amigos. Passavam-se tardes de domingo a contar histórias. Cantava-se em dias de colheitas, para que se ouvisse do outro lado do rio. As crianças divertiam-se e os namorados faziam juras de amor.
Felizmente alguém percebeu a importância destas árvores e não as abateu. Ainda bem, porque para além do seu simbolismo familiar, também é delas que se aproveita uma das fontes de alimento que tanta gente aprecia - os pinhões -, não deixando ao mesmo tempo de deliciar com a sua sombra, em dias de calor, quem por elas passa e descansa da fadiga do campo, debaixo da sua copa arredondada parecendo um chapéu de sol.
E, agora para terminar só quero manifestar que para além do encantamento que estas espécies monumentais me proporciona, é o descobrir histórias humanas que se escondem de mistério e fantasia.