Olá amigos(as)
Pretendo com este blogue manter um meio de comunicação como se fosse o meu "Diário de Bordo".
Sendo assim os temas serão variados passados no meu dia a dia. Viagens, emoções, momentos, rimas, histórias da minha terra, etc.
Sugiro que passe também o seu olhar pelas fotos de outro blogue : "O Meu Olhar" https://bmamax.blogspot.com
Se tem interesse em algumas dicas para tratar das suas plantas ou horta, visite: https://quintaljardim.blogspot.com
Os seus comentários serão bem recebidos e por isso deixo um OBRIGADA por ler o que vou rabiscando
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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Poço do Inferno

As imagens dizem quase tudo.
Sempre ouvi contar que a Serra da Estrela escondia lagos, lagoas e quedas de água de encantar.
Cá está o Poço do Inferno, que julgo ser um dos ex-líbris da Serra,
Entre Manteigas e Piornos, num desvio quase sem saída, estrada estreita e em mau estado de conservação, passando por várias espécies de vegetação rara, encontramos este lugar mágico.

O som da água que caía a mais de 10 metros, era uma espécie de música terapêutica, que a serra decidiu proteger.
As escadas escavadas nos rochedos, mas protegidas com a segurança possível, davam acesso a vistas deslumbrantes. Algumas pessoas andavam por ali (poucas) mas as suficientes para a troca de sorrisos e comentários.
Mesmo assim como crianças em jardim de infância, subíamos e descíamos as escarpas, encantados com uma beleza natural e atraídos pelas quedas de água límpida
Não tínhamos levado farnel para assentar arraiais nos vários lugares disponíveis para isso, mas teria sido uma óptima ideia,
O Poço do Inferno foi uma boa surpresa. Desfrutamos o mais possível, mas a chuva começava a cair de mansinho.
As fotos não ficaram por fazer, os olhos tentaram ver o mais possível e os ouvidos tinham escutado uma linda melodia.
Mas... a chuva teimava, teimava... em ficar no nosso lugar.
Saímos ainda com o olhar focado numa paisagem bucólica e arrepiante.
E assim... deixamos um recanto, com encanto... da Serra da Estrela...

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Barca D'Alva



Ainda inserida na região do Douro Internacional, Barca D'Alva não escapou ao nosso roteiro.
Freixo de Espada à Cinta, muito interessante, mereceu a nossa admiração mas por pouco tempo.
Talvez noutra oportunidade, eu procure o famoso freixo com a sua espada amarrada e então aí eu faça a minha historia.
Bem... Depois logo a seguir tomamos o rumo de Barca D'Alva. Entretanto lá longe surgia a Barragem de Saucelle, que atravessa o rio Douro e une os dois países (Portugal e Espanha).
Pois é... Acredita que só para agora poder dizer que fomos ao estrangeiro e ficamos internacionais!!! kkkkkkk,... atravessamos a barragem, pousamos o pé em terra espanhola e voltamos?
Coisa de gente vaidosa!!!!!
Mas... finalmente... sentimos que tínhamos o rio aos nossos pés.
Alí estava ele nos braços dos portugueses...
Este rio é irreverente, mas privilegiado. Tem nacionalidade estrangeira,  namora as margens ibéricas demoradamente, é acarinhado pelas amendoeiras, oliveiras, laranjeiras e vinhas (nesta altura do ano) ainda em estado de repouso e segue descontraidamente por onde lhe dá mais vantagens, assim formando paisagens de encantar, até à sua foz na cidade do Porto!!


Como vê a paisagem tem um encanto especial, logo ali no começo de Portugal.
Barca D'Alva é um recanto silencioso, exibindo com todo o esplendor a sua beleza natural em grandes extensões.
Ficam as imagens...

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Belmonte

Viajar por Portugal é um privilégio. Esta é a minha opinião. Poderá não ser a sua, mas vai permitir que eu considere que o meu País tem localidades com paisagens lindíssimas e um património histórico fascinante.

É o caso da Vila de Belmonte. Estive lá e posso dizer que são tantas as curiosidades deste local que talvez tenha dificuldade em descrever com rigor o que me foi dado conhecer.
Por ali costumam dizer que é terra de Judeus e berço de Cabrais.
Em relação aos judeus é pelo facto de que foi uma das localidades escolhidas por um pequeno grupo, que se isolou na povoação secretamente, durante mais de cinco séculos, mantendo os preceitos judaicos, e cuja tradição ainda se vive até aos dias de hoje.
O berço de Cabrais refere-se à família ilustre que por ali residiu e de onde nasceu o navegador Pedro Álvares Cabral.
Situada sobre a encosta da Serra da Estrela a paisagem é deslumbrante. Nota-se que é uma Vila cuidada, limpa e no centro histórico cada recanto é um encanto.
Depois o castelo medieval tem a sua história ligada à dos descobrimentos portugueses e à do Brasil, precisamente porque os seus Alcaides pertenciam à família do navegador que já referi, Pedro Álvares Cabral.
É um dos pontos turísticos mais interessantes. Uma alta torre de menagem, muralhas, baluartes e um anfiteatro ao ar livre, rodeado por imponentes muralhas.
Numa das paredes ainda se pode admirar uma janela manuelina, verdadeira jóia granítica, com o símbolo de D. Manuel, a esfera armilar e o escudo da ilustre família Cabral. Daí pode-se contemplar a linda paisagem da Serra da Estrela.
Bem junto ao Castelo ainda se pode admirar uma replica de cruz de madeira de Pau Santo, existente no Brasil
Muita história existe nesta vila encantadora aliada à sua beleza paisagística e que torna este local uma visita obrigatória.
Visite... Vale a pena...

terça-feira, 12 de abril de 2016

Lagoaça

Um novo dia começa e o destino desta vez é seguir junto ao Rio Douro Internacional e admirar o que de interessante se pode encontrar numa paisagem com desfiladeiros encravados pelos Rio Douro e pelo Rio Águeda, seu afluente, que corre livremente.
Pensávamos chegar até Freixo de Espada à Cinta, mas como já tenho dito, sempre viajamos no improviso.
Sendo assim com a indicação da aldeia de Lagoaça por perto, resolvemos seguir o destino para desfrutar de paisagens e histórias que já tínhamos ouvido contar.
Depois de passarmos numa pequena parte habitacional, encontramos o Miradouro da Cruzinha, estrategicamente situado num local privilegiado onde a nossa vista se perde no espaço e se ganha um respeito contemplativo da natureza.
Não tínhamos ninguém por perto. O tempo era todo nosso. O silêncio também. Não havia pressa em seguir viagem. Não sei dizer quanto tempo por ali estivemos a admirar uma paisagem tipicamente transmontana e encantadora.
Num declive acentuado, lá estavam as insondáveis e características arribas, transformadas em pequenos jardins de oliveiras, castanheiros e laranjeiras, divididas por socalcos até onde os nossos olhos alcançam.
Depois bem lá no fundo o irrequieto e selvagem Rio Douro, ziguezagueando por entre os terrenos, assemelhava-se a um espelho de água, reflectindo as sombras das aves de grande porte que por ali habitam.
Perante um horizonte tão grandioso e rude, mas que consegue ter muita beleza e significado, quase que não tínhamos palavras para comentar. Só olhos para verem, porque tudo ao redor era uma surpresa e paisagem  maravilhosa.
A vontade era ficar por ali e explorar o mais possível aquela dádiva da natureza. A estrada para chegar lá ao fundo era de má qualidade, mas mesmo assim arriscamos.
Seguimos na expectativa de tocar ou molhar a cara nas águas do nosso rio.
Fomos sendo acompanhados por pequenos cursos de água cintilante, as laranjeiras quase que entravam pela janela do carro e as oliveiras, donas daqueles socalcos, esperavam a hora de começarem a florir.
Algumas pessoas cuidavam dos terrenos e apanhavam a fruta.
A determinada altura, não quisemos arriscar prosseguir. Talvez com outro tipo de transporte (Jipe) fosse mais seguro, por isso com alguma desilusão voltamos ao Miradouro da Cruzinha, que ao lado tem uma mesa e bancos, protegidos do sol e chuva. Lugar excelente também para uma tarde bem passada em convívio com amigos.
Bem... depois de mais alguns minutos de contemplação a uma paisagem tipicamente rural, pureza bucólica e calmante, seguimos viagem mas com vontade de ficar por aquelas paragens...
Como é bela a natureza!!!!

domingo, 10 de abril de 2016

Miranda do Douro

E se hoje eu lhe falasse de Miranda do Douro? Seria uma boa ideia?
Conhece com certeza e eu também já lá estive algumas vezes.
Como a chuva bate na minha janela e não me deixa pôr o pé fora da porta, escrever ajuda-me a passar as horas ao mesmo tempo que admiro através das vidraças os campos verdejantes, as flores a quererem sorrir e o sol de vez em quando a dar um ar da sua graça, sem graça nenhuma.
Lá longe dei conta que o arco-íris apareceu. Não sei se anuncia bom ou mau tempo, mas dá-me algum ânimo.
Bem... lá, lá, lá e nada digo sobre Miranda. Vamos lá...
Quase como todas as narrativas que vou fazendo, não será novidade para muita gente que Miranda do Douro, se situa bem junto ao Rio Douro e em plena fronteira com Espanha. A região é montanhosa e árida, mas não podemos esquecer que fica envolvida pelo Parque Natural do Douro Internacional, paisagem única e deslumbrante.
E como Miranda do Douro sempre soube conservar as suas tradições, não pude esquecer que estava num local com tradições únicas em Portugal. Lembrei do folclore com gaiteiros, pauliteiros, gaita de foles e castanholas. Lembrei da sua língua própria - Mirandês - património único na região. Lembrei da sua gastronomia e confesso que não pude deixar de me sentir estrangeira no meu País.
Os nosso amigos espanhóis são a base de sustento daquela região. Gostam do artesanato que por ali se faz, tais como mantas, bordados, cestaria e peças em tecido de burel.
Depois de percorrer as ruas estreitas mas cheias de turistas, admirar as arribas, fotografar alguns monumentos e visitar a Sé de Miranda, que guarda entre outros tesouros e relíquias, um ícone de religiosidade popular, que atrai devotos de muitos lugares - O Menino Jesus da Cartolinha -  e assistir a um lindo pôr do sol, o cansaço chegou.
Novo dia nos esperava...

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Rio de Onor

Eu disse que tínhamos seguido para Rio de Onor. Lembra-se?
Pois é... muitas vezes ouvimos falar neste lugar fronteiriço, mas nunca tínhamos visitado.
O nosso propósito era conhecer/descobrir um lugar único em pleno Parque de Montesinho.
Digo único porque apesar de existir uma linha de fronteira com Espanha e onde se vive essencialmente da agricultura e da criação de gado, a população das duas partes trabalha indiferentemente, quer do lado de cá ou do outro lado da fronteira, numa harmonia comunitária quase medieval.
Partilham o trabalho, os bens e tradições, o forno e até os animais para reprodução.
Esta aldeia comunitária encanta com as casas típicas em xisto com varandas e alpendres. É interessante admirar as ruas ou ruelas por ali existentes.














O rio Onor, que dá o nome ao local, a Igreja Matriz, a ponte que divide os dois países, o forno, os moinhos comunitários, a ponte romana, os animais pelas ruas indiferentes à civilização moderna e o dialecto muito próprio das pessoas (talvez em extinção) fazem deste lugar uma aldeia de interesse único.
É emocionante, ter um pé na aldeia raiana e o outro na aldeia portuguesa.
Um percurso que deu para ficar com a nostalgia de outros tempos, onde as tradições ainda se vão mantendo...
Por quanto tempo?

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Bragança

Neste dia acordamos bem cedo. O hotel ficava na zona mais recente de Bragança.
Espreitamos por entre as vidraças e os telhados ainda estavam cobertos de geada.
Por estes lados o Inverno não brinca. Gosta de surpreender a Primavera.
Também nós gostamos de ser surpreendidos, por isso não demoramos a sair para visitarmos a parte histórica da cidade..
Há já alguns anos que não passávamos no interior de Bragança.
Com as auto-estradas, ganhamos em tempo, mas perdemos o olhar para o que é tão nosso e a riqueza da nossa história.
Por isso decidimos que desta vez as estradas nacionais seriam uma das nossas preocupações.
A parte histórica de Bragança era a que mais nos interessava e pelo que nos foi dado observar, de certeza que é uma cidade herdeira de uma vasta região do Nordeste de Portugal.
É aí, no extremo nordeste de Portugal e no centro histórico, que se encontra um dos mais importantes e bem preservados castelos portugueses.
Do alto das suas muralhas, avista-se quase toda a cidade e várias serras circundantes.
Depois nota-se a existência de várias épocas, que formam um conjunto monumental.
As mais evidentes são a Torre de Menagem que alberga o Museu Militar, a Torre da Princesa que encerra uma lenda e o Pelourinho que assenta numa base com a figura da porca da vila.
Se dermos atenção ainda podemos ver alguma história que permanece inscrita nos monumentos religiosos, em casas e solares, em todas as pedras gastas das ruas estreitas e quase que poderia arriscar nas pessoas que ainda ali residem.
Tudo que nos rodeava nesta parte histórica era na verdade de muito interesse.
Queríamos absorver tudo com o nosso olhar, sem pressas, ver mais e mais... e assim fizemos, mas também chega a hora de continuar por outros destinos, por isso com promessas de voltar, seguimos com a certeza de um regresso breve

.
 
Entramos de novo no Parque Natural de Montesinho, com outro tipo de paisagem, com outros atractivos, mas igualmente interessante e que falarei a seguir.
Paramos em Varge para almoçar no restaurante "Careto" e depois de saborear a tradicional "posta", seguimos até Rio de Onor.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Parque Natural de Montesinho

Continuando a narrativa da viagem que tínhamos planeado (reconheço um pouco no improviso), decidimos então prosseguir pelo Parque Natural de Montesinho.
As aldeias viam-se ao longe num isolamento assustador. Mas a paisagem começou por nos transmitir uma tranquilidade como se estivéssemos a percorrer um santuário natural.
Prados, animais, rios, floresta de encantar e até os penedos das montanhas mais altas nos pareciam acolhedores. Árvores milenares, olivais e um sem fim de carvalhos cansados, mas de pé, como devem morrer as árvores. Paisagem fascinante.
Lá longe a perder de vista as altas montanhas da Galiza ainda com alguma neve faziam-nos lembrar que apesar de ser o mês de Março, por lá o Inverno é rigoroso.
No entanto as aldeias e os campos pareciam estar no lugar certo. As poucas pessoas que se encontravam disponibilizavam-se sempre para nos darem qualquer informação. Diziam que teríamos que ter cuidado, pois não havia redes de telefone ou internet. assim como com os animais que por vezes atravessavam a estrada, principalmente os veados. Atentos a tudo isto, confesso que seguíamos na expectativa de encontrar um dos tais animais e embriagados pela paisagem que nos oferecia um conjunto de beleza e equilíbrio.
Começamos a vislumbrar o Rio Rabaçal que nasce na Galiza. A paragem era obrigatória para tirar algumas fotos de um rio deslumbrante com características de rio de montanha. Chegados à ponte do mesmo já estávamos no Distrito de Bragança.
É aqui que que começamos a deixar para trás lugares imperdíveis para quem gosta de sentir o cheiro das plantas, o silêncio, os animais e as águas cristalinas dos rios sem pressa de chegarem ao seu destino.
Enfim a tranquilidade da natureza quase selvagem e que talvez seja uma das muitas maravilhas portuguesas.
Lugares para nunca esquecer...

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Chaves

Estávamos a chegar à semana da Páscoa.
Como a família está um pouco dispersa, resolvemos fazer uns dias de férias.
Costumo dar a conhecer alguns lugares por onde passo e desta vez não será diferente.
Saímos então numa manhã de Primavera, mas com ameaças de chuva.
Então, passando por entre os pingos da mesma, chegamos à bonita Cidade de Chaves que se situa num vale fértil, junto ao Rio Tâmega e bem próxima da fronteira com Espanha.
Dada a sua posição geográfica, Chaves tem uma beleza natural grandiosa, com pontos interessantes e um Centro Histórico digno de relevo.
Passamos pela ponte romana, também conhecida pela ponte de Trajano, que une as duas margens do Rio Tâmega e que atravessa a cidade.
Claro que não deixamos de visitar o Castelo com o seu belo jardim de onde se pode apreciar uma excelente paisagem, por entre as suas muralhas.
Passamos pelas ruas históricas e coloridas, por algumas escadas íngremes e estreitas, pela Igreja da Misericórdia, pelo Pelourinho e admiramos o tradicional artesanato.

Apreciamos a gastronomia típica, com os famosos enchidos e presunto e não deixamos de trazer para mais tarde saborear, os tradicionais pasteis de Chaves que são uma verdadeira delícia.
Muito ficou para admirar e deixamos a promessa de voltar.
Seguimos em direcção  ao Parque Natural de Montesinho. 

quinta-feira, 31 de março de 2016

Parabéns

O mês de Março termina. Por incrível que pareça não encontrei nada assinalável neste dia.
Sendo assim, vou criar um dia para mim.
Sabem qual é? Será difícil acertar...!
Aí vai... "Dia da Maternidade". Sim, leu bem. Fui mãe no dia 31 de Março, de uma linda menina, que hoje, já mulher, também é mãe.
Não quero ser lamechas, mas quero deixar algumas palavras. Sempre será a minha princesa e se eu pudesse lhe daria todas as coisas boas da vida.
Algumas pessoas sabem que há um oceano entre nós e que temos longos períodos de separação. Mesmo longe estarei sempre por aqui, deste lado, pronta para ser o porto seguro nas horas tristes e alegres.
Não quero alongar muito a minha escrita, mas de qualquer maneira quero que venham muitos anos e que toda a alegria que eu senti quando a vi nascer se converta em felicidade todos os dias da sua vida.
Não sei se ela algum dia irá ler o que acabo de escrever, mas se não acontecer, não é grave porque mesmo sem falar ou escrever, ela sabe que a amo incondicionalmente e por isso desejo que tenha paz, saúde e amor.
Já agora... e para terminar o mês de Março, o meu provérbio de hoje é simplesmente...
"PARABÉNS"...

terça-feira, 29 de março de 2016

Bodas em Março é ser madraço

Hoje dia 29 de Março, pouco tenho para comentar.
Vou apenas lembrar que foi neste dia em 1998 que foi inaugurada em Lisboa, a ponte Vasco da Gama, sobre as águas do Rio Tejo e considerada a mais longa da Europa.
Foi também no mesmo dia, mas vários séculos anteriores que o Rei D. Manuel concedeu foral a Celorico de Basto.
Outros acontecimentos menos agradáveis também aconteceram neste dia, mas não os vou descrever porque quero dar os parabéns à minha amiga Cristina.
Se por acaso passares por aqui, minha amiga, quero dizer-te que aproveites hoje e todos o dias que se seguirão, com entusiasmo, alegria e pensa que a vida só vale a pena ser vivida, quando somos lembrados pelo que somos, pelo que representamos na vida das pessoas que nos cercam e pelos amigos que se lembram de nós. PARABÉNS...
E como ainda estamos em Março, vou deixar mais um provérbio...
"Bodas em Março, é ser madraço"...

segunda-feira, 28 de março de 2016

Março liga a noite com o dia

O mês de Março está a chegar ao fim.
As comemorações e "Dias de", referentes a este mês, também.
Cá por mim, se calhar tornei-me cansativa para quem vai lendo o que escrevo.
No entanto não posso parar, sem terminar Março. E hoje é o "Dia Nacional dos Centros históricos".
É o dia do nascimento de Alexandre Herculano e que as autarquias o foram relacionando com os centros históricos.
É uma data interessante porque os monumentos e outros espaços dos centros históricos costumam estar abertos ao público, gratuitamente. Promovem-se exposições, concertos, animações de rua, torneios, etc, com o objectivo de chamar a atenção para a preservação e valorização desses lugares.
Vá lá, hoje é segunda feira. Um dia depois da Páscoa, Se calhar até está disponível para sair com a família e fazer um programa diferente.
Há tantos lugares para visitar... não vai ser difícil... aproveite a vida...
"Março liga a noite com o dia, o Manel c'oa Maria"...

domingo, 27 de março de 2016

Páscoa em Março, ou fome ou mortaço

Olá. Hoje depois de o calendário nos ter pregado uma partida e nos obrigar a adiantar uma hora nos relógios, deixou-nos o dia mais curto do ano para festejar "O Domingo de Páscoa".
Esta data costuma ser celebrada em confraternização e alegria com a família e sendo assim  deixa-nos menos tempo para conviver.
Aproveite bem o dia, que parece estar bom.
Tenha uma boa Páscoa.
Hoje também se comemora "O Dia Mundial do Teatro". Apetece-lhe assistir a uma peça teatral?
Não? Eu também não tenho vontade.
Hoje é dia de festa e o teatro pode ficar para outra ocasião.
Bem, termino deixando por aqui um provérbio que conhece e  que de certeza não gosta, mas...
"Páscoa em Março, ou fome ou mortaço"...

sábado, 26 de março de 2016

Em Março, merendica e folgaço

Gosta de ler? Se gosta, proponho que hoje comece uma leitura nova com um autor português.
Quer sugestões? Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco, Fernando Pessoa, Miguel Torga, José Saramago, ou então escolha um autor menos conhecido ou um amigo que talvez tenha um livro editado, mas leia. O importante é ler em português porque hoje é "O Dia do Livro Português", criado pela Sociedade Portuguesa de Autores com o intuito de destacar a importância do livro e da língua portuguesa em todo o mundo.
"Em Março, merendica e folgaço"...

sexta-feira, 25 de março de 2016

Lua cheia, em Março

Mais um dia passa, mais um ano e a "Sexta-Feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão" aí está. 
É uma festa religiosa cristã que relembra o julgamento, crucificação, morte e enterro de Jesus Cristo,
É também um feriado móvel e religioso que se celebra antes do domingo de Páscoa.
Como curiosidade este dia acontece na primeira sexta-feira de lua cheia após o equinócio da primavera, podendo então ser entre 22 de Março e 25 de Abril.
Este ano é em Março e a lua cheia aí está. Vamos lá ver se o provérbio desta vez nos engana...
Se na lua cheia em Março, trovejar, trinta dias vai molhar"

quinta-feira, 24 de março de 2016

Em Março, merenda o pedaço

Na verdade começo a pensar que é preciso uma dose grande de paciência, para não desistir.
Eu já disse algumas vezes que este mês era rico em comemorações.
Eu é que estou a ficar pobre de palavras para continuar a falar nos dias assinaláveis.
Sabem que hoje para além do "Dia Nacional do Estudante" que relembra as dificuldades e obstáculos que os estudantes enfrentaram nas décadas de 60, também se alerta a população sobre a doença e o combate à tuberculose?
Pois é... o tema do "Dia Mundial da tuberculose", este ano é: "Unir para acabar com a tuberculose"
Vamos todos pensar nisto?
"Em Março, merenda o pedaço"...

quarta-feira, 23 de março de 2016

Água de Março, quanta o gato molhe o rabo

O tempo como toda a gente sabe tem estado de se lhe tirar o chapéu. Frio e chuva não têm faltado. Hoje dia 23, "O Dia Mundial da Meteorologia" vem mesmo a calhar para nos fazer pensar que talvez estejamos a contribuir para estes distúrbios do planeta.
No entanto esta data pretende relembrar a técnica desenvolvida pelo ser humano, para analisar e fazer as previsões das variações do clima  e não só.
E o provérbio diz:
"Água de Março, quanta o gato molhe o rabo"...

terça-feira, 22 de março de 2016

Em Março, chove cada dia um pedaço

Os dias vão passando e eu continuo a fazer lembrar as comemorações de Março. No início achei piada a tantas datas significativas.
Não sei se desse lado estão a acompanhar, mas por cá, começa a ficar complicado o compromisso que resolvi assumir.
São tantos acontecimentos que não sei se começo a meter água neste "Dia Mundial da Água".
Bem, eu só queria alertar para a necessidade urgente da preservação de um recurso natural tão valioso e que infelizmente (nós) vamos poluindo e desperdiçando. Este bem tão precioso, começa a ser escasso no planeta terra.
Reconheço que se calhar não sei utilizar a água de forma inteligente, mesmo sem intenção.
Perante isto, proponho um desafio para mim e para si. Pode ser?
Então, vamos todos ser sensíveis e ter atenção à forma como lidamos com a qualidade e quantidade de água do planeta e usá-la com cuidado, para que possamos sobreviver de forma saudável?
Não vamos esquecer que... a água é vida...
"Em Março, chove cada dia um pedaço"...

segunda-feira, 21 de março de 2016

Março pardo, antes enxuto que molhado

Ontem começou a Primavera. Hoje é o "O Dia da Árvore e da Floresta", muito importante para o nosso ecossistema. É também um dos dias que gosto muito "Dia Mundial da Poesia". Sendo assim deixo por aqui "as minhas rimas" .....

                       Na Primavera
Todas as flores enfeitarão o meu jardim
Todos os pássaros cantarão na minha janela
Todas as noites serão de céu estrelado
 E todas as estrelas olharão para mim
                      
                     Na Primavera
As crianças brincarão alegres nos parques
Os casais passearão com as mãos dadas
Todas as chuvas serão bem recebidas
E todas as vidas sem cor serão motivadas
                      
                     Na Primavera
Se verá o arco-íris mais lindo e colorido
Será indiscutível tamanha beleza
A vida se transformará em novo sonho
E nesta magia haverá amor e delicadeza
                       
                     Na Primavera
A vida se tornará mais fácil e alegre
Os corações transbordarão de amor
Em sonhos amorosos e mais coloridos
E no peito se apagará qualquer traço de dor
                       
                     Na Primavera
O sol chegará quente e mansinho
Trazendo encantamento multicolor
Espalhando no ar beleza pelos caminhos
E desabrochando a natureza em flor
                                       Beatriz Máximo

"Março pardo, antes enxuto que molhado"

domingo, 20 de março de 2016

Em Março, o sol rega e a água queima

Confesso que hoje estou confusa.
Não sei por onde começar, pois temos várias comemorações.
Então vejam:
"Equinócio da Primavera"
"Dia Internacional da Felicidade"
"Inicio da Primavera"
"Domingo de Ramos"
"Dia Internacional da Astrologia"
E agora?
Bem... sabe o que me apetece fazer? Olhar o céu, admirar as plantas, colher um lindo ramo, enfeitar a minha casa e de seguida fazer um passeio, mesmo que seja a pé, para admirar o início de uma nova estação do ano e sentir a felicidade da Primavera com a renovação da vida.
Depois... depois, quem sabe tentar à noite ver a lua e as estrelas. tranquilamente.
Faça igual. O importante é viver...
"Em Março, o sol rega e a água queima"...