sexta-feira, 8 de outubro de 2021
sábado, 14 de agosto de 2021
O futuro do tempo, é hoje
Um verão que está a ficar marcado na história pelas piores razões. Calor excessivo, falta de água, incêndios que matam e destroem o património mundial.
Quase que podemos dizer que o "tempo" está doente. Padece de distúrbios de personalidade.
Será?
Bem... aqui... talvez pensando melhor... não seremos nós com as nossas atitudes que contribuímos para que ele "o tempo" esteja a sofrer e por isso o seu comportamento seja inadequado...?
É para reflectir...
O nosso suposto bem estar, as nossas comodidades, as nossas atitudes, o nosso "umbigo" ou outros interesses, seja a que que preço for, não estarão em primeiro lugar?
Tudo isto num frenesim que deixa o "tempo" louco.
Não levamos muito a sério (pelo menos alguns) as transformações que se vão notando dia após dia.
Esquecemos e nem reparamos nas pequenas coisas que nos fazem felizes.
Esquecemos até o pormenor de "estar vivo" e que para que isso aconteça temos a obrigação de ter atitudes e comportamentos adequados à sobrevivência do mundo.
Estas palavras escritas num momento de reflexão, apenas servem para me perguntar e manifestar pela escrita o que sinto na alma e o que poderei mudar nas minhas atitudes para melhorar um pouquinho os distúrbios do "tempo".
Pois... mas a minha pequena parte não chega. Talvez juntamente com a sua, a dele, a do vizinho e a de muitos mais, se possa fazer melhor e quem sabe ainda estar a tempo de deixar para o futuro dos nossos filhos, um mundo onde todos sejam mais felizes, sem correr o risco de arruinar a própria existência.
Pensar no futuro, é hoje...
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sexta-feira, 30 de julho de 2021
Aprendi, Aprendi, Aprendi
Tento ver o meu mundo através de lentes especiais.
Lentes que me mostrem quem realmente existe cá dentro.
Não me sei avaliar, mas sei o que aprendi durante as minhas dezenas de anos já vividos.
Houve de tudo um pouco e com essa vivência aprendi tanto, tanto, mas tanto com a vida, que seria uma longa história para contar.
Sendo assim e como todos os dias vou aprendendo qualquer coisa, apenas deixo por aqui algumas vivências.
Aprendi a viver a vida e a amar
Aprendi a caminhar, cair e levantar.
Aprendi que a dor fortalece.
Aprendi que a honestidade e a sinceridade são os principais segredos de viver.
Aprendi que a mágoa passa, mas doí.
Aprendi que ser forte é a única saída para todos os problemas e nunca desistir
Aprendi que os verdadeiros amigos permanecem.
Aprendi a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração.
Aprendi que viver é simplesmente sensacional e que nem todas as pessoas merecem as nossas lágrimas. O tempo é curto e não há espaço para chorar.
Aprendi, aprendi, aprendi...
Afinal chego à conclusão que todos os dias aprendo, no entanto, continuo sem saber quem mora dentro de mim.
A vida é curta e a pessoa que sou, já não tem muito tempo para ser diferente nem espaço para mudar. Por isso, continuarei a caminhar com sensatez, amor, amizade e mesmo que a dor aperte o coração, tentarei sorrir para que tudo seja muito mais interessante.
Sobreviver é necessário...
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sexta-feira, 25 de junho de 2021
Cheiros da infancia
Bem tantos e tantos cheiros que será difícil descrevê-los todos, mas os mais importantes ainda são o cheiro do pai, da mãe e ainda o cheirinho da casa dos Avós. O café da manhã era feito num pote de barro. Jamais esquecerei aquele cheiro de café barato mas delicioso. Depois lá vinha o dia em que a Avó fazia o petisco que ainda hoje de vez em quando faço cá por casa. Imaginem fritar batatas com casca e cebola à mistura e abafadas com um testo. Eram uma delícia quando fritava um ovo que ia buscar na hora à capoeira. Depois o crepitar da lenha na lareira da cozinha e o Avô sentado num banquinho ao lado do fogo nos dias de Inverno. Cheirinho a fumo que jamais esquecerei. Entretanto também o cheirinho do abraço apertado que ela me dava. Ainda o cheiro de papeis desbotados e rabiscados com a poesia do Avó Máximo que se divertia a ler para nós e que exigia a devida atenção e no final sempre nos presenteava com uma saborosa merenda, como se dizia na época, com cheirinho a aldeia. Bem... ai a saudade que tenho destes e tantos outros cheiros de uma época maravilhosa e que será impossível descrevê-los todos.
Infância que tão depressa passou e que deixou raízes...
domingo, 13 de junho de 2021
Santo António
És Lisboeta mas há quem queira que também sejas de Pádua. As duas cidades veneram-te.
Embora tenhas nascido em Lisboa, terás falecido em Pádua e é aí que estão sepultados (segunda tua própria vontade) os restos mortais na Basílica com o teu nome.
Sortudo!! Tanta gente a gostar de ti!
Nós, portugueses nunca estivemos interessados que fosses considerado Italiano e por isso foi construída a Igreja com o teu nome, frente à Sé, no lugar onde se pensa que terá existido a casa onde nasceste.
No entanto é nas ruas e nos arraiais que toda a gente (principalmente os Lisboetas) te tornaram um santo festeiro e folgazão, ficando a seres considerado um dos três santos mais populares.
Não deixa de ser curioso que te tenhas tornado um Santo tão folgazão pois quanto se sabe eras um sábio Doutor da Igreja, Teólogo e grande Pregador.
Há quem diga, que serias até um pouco sisudo. É verdade?
De qualquer maneira és considerado como santo casamenteiro, pois, segundo se conta por aí..., foste um excelente conciliador de casais. Se foi assim então...
Venham os casamentos neste dia e serão abençoados. "Viva Santo António"
sábado, 15 de maio de 2021
Algarve
Bem, estas minhas palavras, hoje, apenas são uma maneira de deixar registado resumidamente umas pequenas férias em tempo de pandemia.
O dia tinha acordado ensolarado, as malas estavam prontas e seguimos rumo ao sul de Portugal.
O tempo ainda é de Covid, embora com algum desconfinamento e que nos causou algumas restrições. Era fim de semana e ainda não era permitido almoçar em restaurantes, apenas em esplanada e só até às 13 horas. Acontece que a essa hora passávamos na zona da Mealhada e nada melhor que aproveitar para saborear o famoso leitão assado. Pois foi no minuto exacto que paramos para comprar umas sandes e comer tranquilamente dentro do carro e fazer um piquenique diferente, mas que soube que nem "leitão".
Deu para seguir viagem com o estômago mais confortável, mas com a sensação que os quilómetros não acabavam... Enfim... chegamos. Cansados mas aliviados por terminar a viagem-
Logo pela manhã o sol entrava pela janela, por isso nada melhor que tratar do pequeno almoço e fazer uma caminhada junto ao mar. Pois é... o mar estava tranquilo e o areal convidava ao passeio. Depois foi só desfrutar junto à marina dos pescadores e regressar para almoçar. Domingo e por incrível que pareça não existia nem esplanada nem restaurante onde fosse possível petiscar. Depois de percorrer a marina toda de Vilamoura lá descobrimos uma esplanada italiana quase na hora de encerrar e enganamos o estômago com uma mínima lasanha e um gelado que comemos apressadamente para que os donos pudessem encerrar. Oh vida complicada!!! Bem férias são férias e lá aceitamos isto tudo com algum humor.
Os dias passam, o ritmo é quase sempre o mesmo e lá nos vamos habituando a uma rotina mais ou menos normal. Mas para os dias seguintes estava anunciado a passagem da depressão "Lola" que pelos vistos trazia vento, trovoada e chuva forte. O vento já se fazia sentir. Quanto ao resto tínhamos que esperar para ver. Já nos bastam as depressões, confinamentos e afins, mas o mote está dado para o proverbio de Abril "em Abril águas mil"
Pois é... Entretanto o dia seguinte nasceu nublado e continuava ventoso. De qualquer maneira com alguma teimosia tentamos fazer como se fosse um dia de verão envergonhado. Lá fomos até ao mar sem grande entusiasmo. Apenas mais duas ou três pessoas andavam por ali mas depressa se retiraram. Ficamos mais um pouco a apreciar a saída dos barcos à vela que todos os dias saem mar fora. São centenas que veem da marina de Vilamoura até alto mar. Mas o vento acentuava-se e por isso regressamos. Neste dia fomos almoçar à Quarteira. O frio continuava e tudo indicava que talvez chovesse. Descontração e paciência foi o que tivemos. Deixamos o tempo passar... Da varanda do hotel podíamos ver o mar e por ali ficamos.
A chuva foi pouca, mas o vento insistiu em aparecer. Mesmo com sol, a vontade é de ficar resguardado ou então dar umas passeatas de carro. Aproveitávamos as manhãs de praia que normalmente eram agradáveis e à tarde visitávamos os arredores. Um dia fomos à nossa praia de todos os anos "Galé", mas qual não foi o nosso espanto quando verificamos que quase não existia areal. O mar estava alto e os lindos rochedos que por ali existem estavam cobertos de areia e água. Não parecia a nossa praia e fiquei desiludida. Bem sei que o mar leva e trás e para a próxima já será a praia das rochas exóticas. Depois passamos pelo centro de Albufeira e a desilusão também se instalou. Negócios fechados, pouca gente e a vontade de caminhar um pouco por ali não existiu. Regressamos à nossa origem em Vilamoura com intenção de pelo menos desfrutar da piscina, mas também isso ficou sem efeito, pois a ventania era de tal ordem que quase nos empurrou para dentro do hotel. Mas nem todos os dias são iguais e o dia seguinte chegou calmo. O mar parecia um imenso lago. Lá longe algumas gaivotas petiscavam o que o mar trouxe durante a noite e nós como sempre fizemos a nossa caminhada na areia. Bem depois lá ficamos a observar a calmaria e a tranquilidade que este mar já nos habituou. De início não encontramos ninguém. O mar era nosso. Depois lá foram chegando meia dúzia de pessoas que respeitosamente se acomodavam e observavam o nosso mar que continuava calmo. Ficamos por ali algum tempo. Depois... o duche do costume e lá seguimos para a Guia para fazer um almoço com o famoso "frango da guia". Não é que o frango estava delicioso!Pois... mas nas entrelinhas disto tudo, os dias foram passando e tivemos que fazer as malas para seguir rumo ao norte no dia seguinte. Para o ano haverá mais. Por agora foi o que se pode arranjar.
Não terão sido as férias mais desejadas e acaloradas que precisávamos, mas deu para mudar de ambiente, ver gente diferente, apanhar vitamina "D" e descomprimir de um confinamento com mais de um ano.
Regressamos à rotina...
quarta-feira, 28 de abril de 2021
O tempo do tempo
Tempo de saudade, tempo de ausência, tempo de solidão, tempo de alegria e tristeza, tempo de amor, tempo de abraços e beijos, tempo para rir, chorar e de tantos outros tempos. Tempo de não ter tempo e tempo até demais para pensar e para sofrer.
Tempo que passa e que jamais será o mesmo. Deixemos que o tempo traga novos tempos, que sejam talvez diferentes mas com amor e generosidade entre todos nós.
Hoje tive algum tempo para voltar no tempo e constatar que lá longe já tive tempo para tantas ocasiões boas e más mas jamais terei tempo para poder remendar o que foi mau e viver de novo o que foi bom. O tempo vai ficando para trás e nunca haverá tempo para tornar diferente aquele que passou.
Tem de se viver o tempo presente com a esperança de ser e fazer feliz quem nos rodeia.
E já agora... quanto tempo o tempo tem?
quinta-feira, 22 de abril de 2021
Silêncios
Tem dias que silenciosamente estou feliz, porque escuto conselhos, risos e palavras sábias. Depois há outros dias que o silêncio me provoca uma dor no peito, massacra e causa angústia. Silêncios diferentes e que deixam marcas tanto no bom ou mau sentido.
Mesmo gostando do silêncio também gosto de rir, ter humor e de estar com a família e amigos, mas tenho de confessar que quando me entrego silenciosamente aos meus silêncios sinto-me bem mesmo que os sons (por vezes) quase me rebentem os tímpanos...
Mesmo assim por vezes é preciso um bom silêncio
sábado, 27 de março de 2021
Não fazer nada
É evidente que o não fazer nada, na verdade não existe. Digamos que vou dedicar o meu tempo a qualquer coisa que não tem de ter uma utilidade imediata, necessidade ou uma finalidade. Apenas fazer o que me apetece e ficar num estado de menos acção e mais contemplação. Ficar num local vendo quem passa, TV ou escutar música e respirar ou aceitar o silêncio que por aqui se vai notando. Enfim ter oportunidade de olhar para mim e imaginar como gostaria que o mundo fosse.
Depois... depois logo se verá se o prazer de não fazer nada me predispõe efectivamente para o nada ou para a realidade do dia a dia...
Até logo...
quarta-feira, 3 de março de 2021
Utilizar as cascas dos ovos
Normalmente todos nós as depositamos no lixo. No entanto existem muitas formas de reutilizar a casca do ovo.
1ª Dica - Se quer afiar as lâminas do seu liquidificador pode colocar lá dentro as cascas secas e limpas e ligar até transformar as mesmas em farinha. As lâminas ficarão bem afiadas.
2ª Dica - Essa mesma farinha que se formou ainda pode ser utilizada para quem tem unhas fracas e não consegue deixá-las crescer. Pode colocar essa farinha na base das unhas ou misturar um pouco no verniz que usa. O cálcio que esse pó tem pode ajudar as unhas a ficarem mais fortes.
3ª Dica - Para quem tem plantas em casa as cascas de ovo esmagadas, podem ser colocadas na terra. Destroem as pragas. Os bichinhos evitam locais que possam ter objectos afiados. Para além disso o cálcio ajuda a diminuir a acidez do solo.
4ª Dica - Se tiver uma compostagem biológica no seu quintal, pode juntar as cascas. É uma boa fonte de cálcio. As suas plantas vão agradecer...
Por hoje são simplesmente algumas "Dicas"... Há mais...
terça-feira, 9 de fevereiro de 2021
Afetos
terça-feira, 26 de janeiro de 2021
Retalhos de amor
A vida é feita de pequenos retalhos e todos nós vamos vivendo desses pedacinhos, dessas escolhas que fazemos, dos sonhos, do que vamos aprendendo, do que ensinamos e vivemos, dos encantos, dos medos e da esperança. Os tais pedacinhos de retalhos que vamos costurando nem sempre são bons, mas tentamos coze-los o melhor que podemos. O resultado será sempre o modo como foram agrupados. É que em cada pedacinho existem vidas, lições, amor, carinho, saudade... enfim...pedaço a pedaço da nossa vida e a de quem nos rodeia, e que nos permite engrandecer a nossa história e aumentar a manta de retalhos.
De retalho em retalho o importante é um dia deixar uma enorme manta e que fique na memória de quem faz parte dela e possa ser continuada e agrupar cada vez mais retalhos... "coloridos". Retalhos da amor... https://bmaxima.blogspot.com
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
Silêncio
Já algum dia pensou na importância do silêncio? Não!?
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
Reticências...
segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
Saudade
terça-feira, 1 de dezembro de 2020
Dezembro
Dezembro chegou e todos nós desejamos que o mesmo traga coisas boas, sensações maravilhosas e odores inesquecíveis.
Dezembro deve ser colorido, cheio de vida e repleto de energia positiva. Vamos todos desejar que seja o mês mais especial deste ano.
Bem-vindo dezembro com muita paz, saúde e amor.
Valorizemos a vida...
quarta-feira, 4 de novembro de 2020
Novembro
E o tempo passa sem darmos por ele. Mais uma vez vou deixar por aqui alguns provérbios relativos ao mês de Novembro:
Em Novembro põe tudo a secar, pode o Sol não voltar Novembro é quente no começo e frio no fim Em Novembro e no mês do Advento, racham as fragas com a água e com o vento Em dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho Do dia de todos os Santos ao Santo André (dia 30), um mês é; de Santo André ao Natal, três semanas serão. E já agora uma curiosidade: Os agricultores acreditam que se neste mês se ouvirem os primeiros trovões do ano, significa que haverá abundância de trigo, andará bom o tempo, choverá com proveito mas as frutas cairão das árvores antes do tempo, onde se ouvirem esses mesmos trovões.
Bem... vamos esperar pelo tempo... e acreditar...
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
Outubro
Chegou Outubro.
O final do ano aproxima-se velozmente. Apenas deixo por aqui alguns provérbios populares para recordar as memórias do povo
Em Outubro pega tudo
Logo que Outubro venha, pega lenha
Outubro meio chuvoso, torna o lavrador venturoso
Outubro quente traz o diabo no ventre
Se em Outubro te sentires gelado, lembra-te do gado
Em Outubro sê prudende: guarda pão, guarda semente
Em Outubro o fogo ao rubro
Em Outubro semeia e cria, terás alegria
Se as andorinhas partirem em Outubro, seca tudo
Quando Outubro for erveiro, guarda para Março o palheiro
E é assim... vamos todos a partir deste mês começar a pensar nas mantas quentinhas, na lareira, no aconchego do lar...
O Inverno aproxima-se... https://bmaxima.blogspot.com
quinta-feira, 17 de setembro de 2020
sábado, 1 de agosto de 2020
Agosto
Bem, apetece-me simplesmente deixar por aqui alguns provérbios e se estiver para aí virado, quem sabe não aproveita alguns para se divertir...















